<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1114556664793788376</id><updated>2012-02-01T16:04:18.482-02:00</updated><title type='text'>Nas entrelinhas do silêncio</title><subtitle type='html'>Este blog já nasce de um paradoxo: como o silêncio pode nomear um local por excelência destinado à escrita? É que a pergunta a ser feita deveria ser: não existiria silêncio mesmo nas palavras ditas? Sejam bem-vindos...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://nasentrelinhasdosilencio.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1114556664793788376/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nasentrelinhasdosilencio.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Débora Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17453454856978184269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-HqnqWCRx7Ho/TtltcS9lmjI/AAAAAAAABC0/1vTL_xBdr1Q/s220/Experi%25C3%25AAncias%2BChapelescas%2B018-B.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>7</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1114556664793788376.post-7432277022802336603</id><published>2012-02-01T16:04:00.000-02:00</published><updated>2012-02-01T16:04:03.089-02:00</updated><title type='text'>Desfazer-se</title><content type='html'>Nada de guardar objetos quebrados, tapetes rasgados, vidros trincados.&lt;br /&gt;Mas jogar fora papéis antigos, bilhetes esquecidos, adornos perdidos dos quais não se sente mais falta.&lt;br /&gt;Limpar os armários da casa, mas também os do coração, e abrir espaço para as alegrias que vêm com o novo.&lt;br /&gt;Porque nada se acrescenta ao que já não tem espaço.&lt;br /&gt;Coisas em excesso ocupam espaço.&lt;br /&gt;Pessoas em excesso, se não compartilham nossas vidas, também se tornam a montanha de entulho que nos separa de um novo caminho.&lt;br /&gt;Porque o passado está na lembrança e só serve para nos mostrar que temos uma longa vida pela frente, como tivemos antes. Se passou, era porque era para passar. Se não está aqui, era porque não era importante.&lt;br /&gt;Porque somos filhos do agora.&lt;br /&gt;Desfazer-se para fazer-se de novo, em outro formato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-c7etsiexgTQ/Tyl-LXOcNpI/AAAAAAAABEU/nFyN2SQ0IWQ/s1600/457687.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="277" src="http://1.bp.blogspot.com/-c7etsiexgTQ/Tyl-LXOcNpI/AAAAAAAABEU/nFyN2SQ0IWQ/s400/457687.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1114556664793788376-7432277022802336603?l=nasentrelinhasdosilencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nasentrelinhasdosilencio.blogspot.com/feeds/7432277022802336603/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nasentrelinhasdosilencio.blogspot.com/2012/02/desfazer-se.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1114556664793788376/posts/default/7432277022802336603'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1114556664793788376/posts/default/7432277022802336603'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nasentrelinhasdosilencio.blogspot.com/2012/02/desfazer-se.html' title='Desfazer-se'/><author><name>Débora Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17453454856978184269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-HqnqWCRx7Ho/TtltcS9lmjI/AAAAAAAABC0/1vTL_xBdr1Q/s220/Experi%25C3%25AAncias%2BChapelescas%2B018-B.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-c7etsiexgTQ/Tyl-LXOcNpI/AAAAAAAABEU/nFyN2SQ0IWQ/s72-c/457687.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1114556664793788376.post-4062626218381071414</id><published>2012-01-28T17:31:00.001-02:00</published><updated>2012-01-28T17:31:16.271-02:00</updated><title type='text'>Se for de cerveja, peça uma especial</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;Sexta-feira, festa no&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.espacolapacafe.com.br/"&gt;Lapa Café&lt;/a&gt;. Enquanto a maioria das pessoas perguntava se tinha Skol ou Antártica para beber, eu via mais uma oportunidade de experimentar outra cerveja especial. Por indicação, fui de Erdinger Champ.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-fj6WoJDCoPw/TyRKbq2GDPI/AAAAAAAABEE/hIrV7HuXt5Y/s1600/download.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-fj6WoJDCoPw/TyRKbq2GDPI/AAAAAAAABEE/hIrV7HuXt5Y/s1600/download.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A apresentação do garçom não foi muito boa: "é uma cerveja de água filtrada, quase um leite". Leite?!? Resolvi tomar para ver qual é. Simplesmente deliciosa. Uma cerveja leve, em que quase não se sente o teor alcoólico (o que pode ser um perigo), bem indicada para o nosso clima. Entrou para a lista das pedidas. Depois, para não sair do costume, resolvi ir para uma black. Não querendo estourar o bolso, ia tomar uma Terezópolis, mas só tinha pilsen, e quem me conhece sabe que não é a minha preferida. Novamente por sugestão, tomei uma Black Princess, do grupo Petrópolis.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-1-hmvZqGKwI/TyRLZ4iJy0I/AAAAAAAABEM/2JA61xQ3vpI/s1600/download+(1).jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-1-hmvZqGKwI/TyRLZ4iJy0I/AAAAAAAABEM/2JA61xQ3vpI/s1600/download+(1).jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Uma ótima escolha, de novo! Toda cerveja preta tem um amargor acentuado, mas essa é bem suave, não deixando de ser amarga, que é do que gosto mais. O melhor: não é tão cara, regulando de preço com uma Heineken, por exemplo.&lt;br /&gt;Nessa era em que vivemos, com a oportunidade de experimentar novos sabores, acho uma temeridade ir a um local com mais de 300 rótulos de cervejas do mundo todo e ficar somente no trivial. Por que não tentar outros sabores? Entendo que para quem bebe muito o ideal é pagar o menos possível, independente da qualidade do que se beba. Bem, definitivamente não é o meu caso. Prefiro algo que se diferencie no paladar. Prefiro degustar a entornar. E ainda há uma vantagem: uma cerveja especial, importada ou não, dá muito pouca ressaca. Dica para quem gosta de beber muito. O problema é o gasto, não é? Por que não escolher qualidade em vez de quantidade? No fim, essa é sempre a minha escolha, e não somente para cervejas. :)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1114556664793788376-4062626218381071414?l=nasentrelinhasdosilencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nasentrelinhasdosilencio.blogspot.com/feeds/4062626218381071414/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nasentrelinhasdosilencio.blogspot.com/2012/01/se-for-de-cerveja-peca-uma-especial.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1114556664793788376/posts/default/4062626218381071414'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1114556664793788376/posts/default/4062626218381071414'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nasentrelinhasdosilencio.blogspot.com/2012/01/se-for-de-cerveja-peca-uma-especial.html' title='Se for de cerveja, peça uma especial'/><author><name>Débora Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17453454856978184269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-HqnqWCRx7Ho/TtltcS9lmjI/AAAAAAAABC0/1vTL_xBdr1Q/s220/Experi%25C3%25AAncias%2BChapelescas%2B018-B.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-fj6WoJDCoPw/TyRKbq2GDPI/AAAAAAAABEE/hIrV7HuXt5Y/s72-c/download.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1114556664793788376.post-2908996970146222371</id><published>2012-01-26T19:45:00.000-02:00</published><updated>2012-01-26T19:46:01.039-02:00</updated><title type='text'>Contra o esvaziamento da alma</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;object class="BLOGGER-youtube-video" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0" data-thumbnail-src="http://3.gvt0.com/vi/97JGiKnzsKc/0.jpg" height="266" width="320"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/97JGiKnzsKc&amp;fs=1&amp;source=uds" /&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /&gt;&lt;embed width="320" height="266"  src="http://www.youtube.com/v/97JGiKnzsKc&amp;fs=1&amp;source=uds" type="application/x-shockwave-flash"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;Começo o primeiro post de 2012 com o vídeo acima, em que um Chico Buarque com seus olhos verdes e um Caetano Veloso, novinhos, narram as lamúrias de desejos controversos na música "O quereres". O vídeo é antigo, a filmagem é desgastada, mas a música é de uma riqueza de vocabulário absurda. Aí, penso nos "versos" de um Michel Teló: "Ai, se eu te pego, ai, ai, delícia..." Ambas falam da mesma coisa: de desejo, de tesão, de vontade. Então, qual é a diferença?&lt;br /&gt;Não vou entrar na discussão purista da qualidade das músicas, até porque não há o que se discutir. Final de semana passado mesmo, em um bar no sábado à noite no Recreio, uma banda maravilhosa, em todos os sentidos, surpreendentemente com um vocalista afinadíssimo, coisa rara muitas vezes nos bares do Rio, animava a plateia com hits dos anos 80, indo de Cazuza a Erasure, passando por Linking Park (uma grata surpresa pra mim!) e desaguando no que está na moda atualmente. É claro que rolou um Michel Teló. Além de qualquer coisa, a música funciona. Diverte, anima, apesar de ser repetitiva. Até aí, tudo bem. O problema não é você ouvir ou se divertir com Michel Teló. O problema, que ninguém parece entender, é alguém SÓ OUVIR Michel Teló ou algo do gênero.&amp;nbsp;Fazendo um paralelo com a linguagem, é mais ou menos como alguém que não domina o registro culto da língua. Quem estudou Linguística sabe que o conceito de "erro" cai por terra e é relativizado. Não que se deva falar "erradamente", mas que, se a pessoa se comunica, se a linguagem que utiliza funciona no meio no qual está inserida, tudo bem. O problema é se ela só dominar esse registro. Quem domina a norma culta da fala (não estou nem tocando na norma culta da escrita) também domina, ou tem facilidade de aprender, os outros registros, mas infelizmente isso não acontece da forma inversa. Penso que é o mesmo caso para a música. Uma pessoa que não consegue ouvir a riqueza da música brasileira, e ouso dizer mundial, é limitada na transição pelas outras linguagens musicais. Porque música também é hábito. Por que é chato para muitas pessoas ouvir música clássica? Porque é difícil. Porque é sofisticado. Porque é uma "linguagem" ao qual não se está acostumado. No entanto, inúmeros estudos já provaram que a música clássica deixa as pessoas mais inteligentes, exatamente pela sua riqueza melódica, sem falar nos benefícios emocionais. Estou usando o clássico como exemplo, mas isso também está presente na bossa-nova, no samba de raiz, no forró tradicional, no tango argentino, no maravilhoso e dificílimo flamenco, nas dissonâncias da música árabe. Contudo, para apreciá-las, é preciso treino. Treino auditivo. Como acontece com a língua. (Aliás, sabemos que quem tem ouvido musical tem mais facilidade para aprender uma língua estrangeira.)&lt;br /&gt;Eu não tive uma infância rica em bens materiais. Longe disso. Mas ela foi rica em música e em livros. As paredes da casa dos meus pais, ainda adornadas de estantes repletas, guardam tesouros da literatura mundial. Outros cantos da casa guardam os da música do mundo. Cresci ouvindo a nata da música brasileira do século XX, como Lupicínio Rodrigues, Cartola, misturados a uma boa moda de viola (para quem não sabe, a precursora da boa música sertaneja que deu na pobreza que ouvimos por aí e que chamam de sertanejo), aos inúmeros LPs, e depois CDs, de música clássica, aos tangos argentinos, aos grandes cantores bregas, que têm seu lugar, como Julio Iglesias, às grandes cantoras de jazz norte-americanas. É claro, meu pai não gostava de rock. Mas isso eu tinha na escola, na casa das amigas. Meus pais me deram a oportunidade de apreciar sutilezas sonoras que faz com que eu consiga ouvir de tudo, ou quase tudo. Meu ecletismo musical se deve a essa educação e riqueza de sons, o que, infelizmente, não está presente nas gerações atuais. E talvez não estivesse nem presente na minha, só que a qualidade do que era tocado era um pouco melhor.&lt;br /&gt;Não estou escrevendo este texto para recriminar o que ouvimos por aí. Já há muitas pessoas, com razão ou não, fazendo isso. Só tenho pena da limitação que vejo. Porque ouvir boa música, bem como ler boa literatura, apreciar bons sabores e saber beber uma boa bebida, seja qual for, faz parte da riqueza do humano. Poder transitar de um extremo a outro é maravilhoso. Mas o que dizer de quem só conhece um ponto dessa linha reta?&lt;br /&gt;Há alguns anos, disse a uma pessoa que as grandes criações não mais aconteceriam por falta de contemplação. O tempo para contemplação acabou, engolido por essa vida insana que levamos. Hoje, acrescento um dado: precisamos ser ricos por dentro, ter múltiplas sensações, ouvir, ler coisas que sejam sofisticadas e difíceis para que nosso cérebro não se estagne na mediocridade. Não há nada demais em sermos medíocres quando queremos. O problema é quando somos medíocres todo o tempo porque não temos outra escolha. Essa é a grande tristeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1114556664793788376-2908996970146222371?l=nasentrelinhasdosilencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nasentrelinhasdosilencio.blogspot.com/feeds/2908996970146222371/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nasentrelinhasdosilencio.blogspot.com/2012/01/contra-o-esvaziamento-da-alma.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1114556664793788376/posts/default/2908996970146222371'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1114556664793788376/posts/default/2908996970146222371'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nasentrelinhasdosilencio.blogspot.com/2012/01/contra-o-esvaziamento-da-alma.html' title='Contra o esvaziamento da alma'/><author><name>Débora Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17453454856978184269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-HqnqWCRx7Ho/TtltcS9lmjI/AAAAAAAABC0/1vTL_xBdr1Q/s220/Experi%25C3%25AAncias%2BChapelescas%2B018-B.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1114556664793788376.post-351298987264106802</id><published>2011-12-25T14:46:00.000-02:00</published><updated>2011-12-25T14:47:55.429-02:00</updated><title type='text'>Lego para uma nova era</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-xI9CWSkBlOM/TvdKbIT3GkI/AAAAAAAABDk/a42jwg6z1Ek/s1600/ZZ139CAF55.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://1.bp.blogspot.com/-xI9CWSkBlOM/TvdKbIT3GkI/AAAAAAAABDk/a42jwg6z1Ek/s200/ZZ139CAF55.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Todo mundo que já está com certa idade - que é melhor não precisar - já teve, ou já quis ter, algumas peças de Lego. Infelizmente, apesar de fazer parte dessa geração, eu nunca tive o brinquedo, porque sempre foi muito caro. No meu caso, tive o pino mágico, que não deixava de ser delicioso de montar também.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Y4mOIJy3KfY/TvdLba-UdNI/AAAAAAAABDw/wwOmpUlSIGQ/s1600/pinos_magicos2-e1300156546127.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="149" src="http://1.bp.blogspot.com/-Y4mOIJy3KfY/TvdLba-UdNI/AAAAAAAABDw/wwOmpUlSIGQ/s200/pinos_magicos2-e1300156546127.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Mas o incrível é que o Lego que conhecemos já não é mais o mesmo. Como tudo hoje em dia, se adaptou à nova era, exatamente a de Aquário, aquela que é inovadora nas comunicações entremundos e na interação entre eles. Pois é, descobri, encantada, que a Lego disponibiliza um programa chamado Lego Design, que pela interface suponho que pertença à Adobe, que possibilita ao usuário construir maquetes de brinquedos, ou melhor, criar brinquedos novos. O programa, ao longo do processo, vai criando junto um manual do brinquedo novo. Isso seria somente legalzinho se não fosse isto: pode-se enviar o brinquedo criado para o &lt;i&gt;site&lt;/i&gt; da Lego que ela o disponibiliza na Internet, com preço e tudo! Se determinado número de pessoas se interessar em montá-lo, a Lego cria materialmente o brinquedo e o criador original recebe uma porcentagem! Na hora eu pensei que para eles deve está sendo ótimo ter brinquedos novos sem precisar pagar um &lt;i&gt;designer&lt;/i&gt; profissional para isso. Essa é a parte realmente perversa. Mas, por outro lado, possibilita a crianças em desenvolvimento colocar a imaginação para funcionar e ainda saber que se pode ganhar dinheiro com a própria criatividade! Isso é o máximo!&lt;br /&gt;O novo Lego, chamado Lego City, que eu não conhecia, não tem peças básicas como as da foto acima, mas traz verdadeiras estruturas supercriativas, como é o caso de uma nave de combate inimiga do filme Guerra nas Estrelas, pela bagatela de 500 e poucos reais. Não preciso nem dizer que minha criança gritou dentro de mim querendo aquela caixa. :-D&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-iugLrqB8ZTM/TvdOy_XzxoI/AAAAAAAABD8/07CNSIlHqv0/s1600/legost.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="173" src="http://1.bp.blogspot.com/-iugLrqB8ZTM/TvdOy_XzxoI/AAAAAAAABD8/07CNSIlHqv0/s200/legost.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;O interessante é que professores de robótica de escolas de ensino médio estão usando os brinquedos e o próprio programa da Lego para ensinar aos alunos as primeiras noções de robótica. Eles aprendem a montar estruturas seguindo um manual, mas tendo que descobrir quais peças são as que devem ser utilizadas. Haja raciocínio lógico e matemático! É claro que estou falando das aulas de um colégio particular, e a bem da verdade de um colégio específico, que por acaso foi onde cursei o segundo grau. Não acredito que isso tenha chegado, ou chegue, às escolas públicas, o que é realmente uma pena... De toda forma, é bom saber que algumas escolas, boas escolas, estão se preocupando em cuidar desses alunos a partir do meio em que eles estão inseridos. Sei que tem muita gente que demoniza a tecnologia, mas em um país em que a educação é tão precária e que os avanços tecnológicos não acontecem por falta de profissionais interessados e capacitados, em que faltam engenheiros, matemáticos, físicos, é bom saber que algumas crianças em torno de 10 anos estão sendo estimuladas na sua força criativa. Assim, além de profissionais de ciências humanas, que são extremamente importantes, teremos outros que irão além de simplesmente responder a e-mails ou usar as redes sociais. Que saberão que sua criatividade pode ser lucrativa, e por que não ganhar dinheiro com isso?&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Esta nova era me surpreende a cada momento. Posso dizer que amo tecnologia, apesar de ter escolhido uma área oposta. Mas, mesmo do outro lado, procuro não ficar tão fora do que está rolando. Porque é realmente o máximo toda essa interação com gente e empresas e estudantes que nunca vimos ou que talvez nunca vejamos. Mas, que importa? Quem amamos está sempre ao nosso lado. Por que não podemos dar uma voltinha do outro lado do mundo e aprender um pouquinho através do mundo virtual? Isso é fantástico! Só lamentei não poder ter crescido inserida nesse mundo. Mas dá para correr atrás, não dá? Tentar ficar atenta e prestar atenção no que está rolando?&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Só sei de uma coisa: não vou ser uma velhinha sentada em uma cadeira de balanço sem saber como lidar com um mundo completamente novo e diferente do seu na época em que era ativa. Posso até usar uma cadeira de balanço, mas ela será motorizada e eu terei acesso direto à Internet, ou a algo similar que pode surgir, no meu dia a dia. Porque eu sou do meu tempo. E o meu tempo foi ontem, mas também é hoje e será amanhã. É ou não é?&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1114556664793788376-351298987264106802?l=nasentrelinhasdosilencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nasentrelinhasdosilencio.blogspot.com/feeds/351298987264106802/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nasentrelinhasdosilencio.blogspot.com/2011/12/lego-para-uma-nova-era.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1114556664793788376/posts/default/351298987264106802'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1114556664793788376/posts/default/351298987264106802'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nasentrelinhasdosilencio.blogspot.com/2011/12/lego-para-uma-nova-era.html' title='Lego para uma nova era'/><author><name>Débora Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17453454856978184269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-HqnqWCRx7Ho/TtltcS9lmjI/AAAAAAAABC0/1vTL_xBdr1Q/s220/Experi%25C3%25AAncias%2BChapelescas%2B018-B.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-xI9CWSkBlOM/TvdKbIT3GkI/AAAAAAAABDk/a42jwg6z1Ek/s72-c/ZZ139CAF55.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1114556664793788376.post-1867083255501424590</id><published>2011-12-24T20:20:00.000-02:00</published><updated>2011-12-24T20:20:37.531-02:00</updated><title type='text'>Privado x Público</title><content type='html'>Estamos vivendo mesmo uma época singular. Para além das relações líquidas analisadas por Bauman ou da sociedade de controle que outros discutem, o que vemos é uma verdadeira quebra da dicotomia público/privado. Não sei se as pessoas nunca realmente souberam como usar o espaço público ou se essa falta de respeito pelo outro está sobressaindo demais em função das novas tecnologias, só sei que é assustador precisarmos o tempo todo gritar que nosso espaço está sendo invadido.&lt;div&gt;Há uns oito anos mais ou menos, no início do &lt;i&gt;boom&lt;/i&gt; dos celulares e, claro, da adaptação a eles, fui à Sala Cecília Meireles assistir a um concerto do grupo brasileiro Uakti (&lt;a href="http://www.uakti.com.br/"&gt;http://www.uakti.com.br/&lt;/a&gt;), um grupo de percussão espetacular, com raras apresentações. Uma amiga que trabalhava na Sala na época havia conseguido dois ingressos para mim. Eu estava ansiosa. Pois é, mas tudo seria perfeito se não fosse um sem-noção sentado atrás de mim. O celular tocou a primeira vez; ele atendeu. Tocou a segunda; ele atendeu. Eu de levemente rosada já estava ficando vermelha, de raiva. Na terceira, não aguentei, virei para trás e disse que ele não podia atender o celular, que aquela era uma sala de espetáculo. Detalhe: eu estava sentada na segunda fila; o energúmeno, na terceira; ou seja estávamos perto do palco! Mas a resposta do sem-noção, como se não fosse nada, era que a mãe estava no hospital e que ele precisava atender às ligações, ao que eu respondi que se a mãe dele estava no hospital ele não deveria estar ali!!! Foi a primeira experiência dos tempos que se tornariam duros e complicados. Tempos esses que estamos vivendo agora.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Hoje, véspera de Natal, tive a sorte de chegar à rodoviária sem passagem comprada e embarcar meia hora depois. Seria o prenúncio de uma viagem tranquila se, minutos depois de o ônibus partir, eu não começasse a ouvir em alto e bom som o que parecia ser uma televisão ligada. O som de uma televisão de celular. Aguentei meia hora. Achando que eram as duas meninas à minha frente, pois o som estava próximo, cometi a gafe de me dirigir a elas; mas era a anta da poltrona da frente. Mais uma vez, provavelmente vermelha de raiva, tive de fazer valer o meu direito, que deveria ser respeitado sem se precisar exigir isso. Voltei para dormir.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só que a vida nem sempre é fácil, caríssimos, e meu carma de ter de me tornar uma pessoa "chata" e "implicante" não terminou aí. Quase no fim da viagem, um "cidadão" - se posso aplicar esta palavra a esse tipo de gente - resolve ouvir música evangélica no celular! Ou melhor, resolve ouvir e compartilhar. Como estava chegando, resolvi que poderia aguentar aquilo, mas falei com a pessoa a meu lado, que compartilhava de todo o drama, que as pessoas estavam perdendo a noção. Falei alto, para ver se ele ouvia. &amp;nbsp;E deve ter ouvido, porque ele se virou para mim com um amplo sorriso, posso dizer que bem bonito, como se eu estivesse elogiando, o que me faz pensar que além de sem-noções essas pessoas não diferenciam mais uma crítica construtiva de uma altamente destrutiva como foi a minha. Foi a minha deixa. Perguntei-lhe se ele não tinha um fone, porque o gosto musical dele não era o de todo mundo. Ele me retrucou com mil desculpas, inclusive quando desci do ônibus. Não era má gente. Só é do tipo de pessoa que não percebe que não se trata do volume, ou do tipo de música, mas do direito de o outro não ser invadido por algo de que não deseja compartilhar naquele momento.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fico pensando que professores de Sociologia estão sendo admitidos em massa nas escolas. Esses professores - sofredores, ouso dizer - vão precisar começar seu ensino pelo mais básico: a diferença entre público e privado. Essa geração nova, criada com pais tão invasivos, simplesmente não vai saber que o espaço público, por ser público, não comporta ser utilizado por todos como se queira. A liberdade de ação, até certo ponto, claro, está no privado. Imagina se cada um quiser ouvir um tipo de som, ou usar a rua como se queira. Que está acontecendo? É a novidade dos eletrônicos que está deixando nosso povo, tão alijado do progresso durante tanto tempo, sem noção? Ou é a falta de educação, no sentido amplo da palavra, que impera? Sinceramente, não sei. O homem da Sala Cecília Meireles não era do "povo", não era desprovido de "educação formal", mas não conseguia enxergar um palmo na frente do próprio nariz. O rapaz do ônibus tinha um sorriso franco, aberto, não sabia, mesmo, o que estava fazendo. Mas isso me preocupa muito. Essa invasão do espaço do outro está além do uso indevido de celulares. Está na apropriação indevida do que não é seu, nos desvios de verba. Está no mau uso das redes sociais, na autoexposição a um nível insuportável.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não sei se isso acontece só por aqui ou se está espalhado pelo mundo. Só sei que é aqui que eu moro, e é por isso que me incomodo tanto com o modo como as coisas estão por aqui.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A única coisa que queria é que as pessoas olhassem um pouquinho além dos próprios narizes e umbigos. Talvez seja a criação em casa, talvez... Aí, neste caso, só nos resta chorar, porque crianças são criadas em famílias, e se o que está vindo dessas famílias é isso, podemos esperar um futuro de convivência no espaço público bem deteriorada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E assim começa meu Natal e termina meu ano: comigo lutando pelo meu espaço. Ainda bem que sou atenta.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1114556664793788376-1867083255501424590?l=nasentrelinhasdosilencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nasentrelinhasdosilencio.blogspot.com/feeds/1867083255501424590/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nasentrelinhasdosilencio.blogspot.com/2011/12/privado-x-publico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1114556664793788376/posts/default/1867083255501424590'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1114556664793788376/posts/default/1867083255501424590'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nasentrelinhasdosilencio.blogspot.com/2011/12/privado-x-publico.html' title='Privado x Público'/><author><name>Débora Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17453454856978184269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-HqnqWCRx7Ho/TtltcS9lmjI/AAAAAAAABC0/1vTL_xBdr1Q/s220/Experi%25C3%25AAncias%2BChapelescas%2B018-B.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1114556664793788376.post-3747561435536291433</id><published>2011-12-16T22:24:00.000-02:00</published><updated>2011-12-16T22:24:19.381-02:00</updated><title type='text'>Sentidos? Para quê?</title><content type='html'>Metrô Rio, por volta de 10h30. O trem para na estação Botafogo e, pela porta aberta, chega um forte cheiro de queimado, que sou a primeira a sentir. Não sei por quê, mas as pessoas não prestam muita atenção, ao que parece, a odores familiares em lugares em que eles não deveriam estar. Do outro lado da plataforma, o trem, que deveria estar indo na outra direção, parado. É óbvio que o forte odor de borracha queimada vinha dali. Logo pensei: "E se o problema tivesse acontecido dentro do túnel?" Mas a atenção se volta para as várias pessoas com seus celulares tirando fotos ou filmando. O pensamento agora era: "O Twitter e o Facebook estão sendo atualizados..."&lt;br /&gt;Resumo: não preste atenção ao que seu nariz sente, nem ao que seus olhos veem. Preste atenção ao que você vê pelas telas do seu celular-câmera. Isso é, ou parece ser, o mais importante.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1114556664793788376-3747561435536291433?l=nasentrelinhasdosilencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nasentrelinhasdosilencio.blogspot.com/feeds/3747561435536291433/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nasentrelinhasdosilencio.blogspot.com/2011/12/sentidos-para-que.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1114556664793788376/posts/default/3747561435536291433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1114556664793788376/posts/default/3747561435536291433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nasentrelinhasdosilencio.blogspot.com/2011/12/sentidos-para-que.html' title='Sentidos? Para quê?'/><author><name>Débora Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17453454856978184269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-HqnqWCRx7Ho/TtltcS9lmjI/AAAAAAAABC0/1vTL_xBdr1Q/s220/Experi%25C3%25AAncias%2BChapelescas%2B018-B.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1114556664793788376.post-4258701743855174032</id><published>2011-12-02T22:39:00.000-02:00</published><updated>2011-12-02T22:39:49.314-02:00</updated><title type='text'>Voltei...</title><content type='html'>Voltei porque a vida é sempre cheia de surpresas, porque as surpresas despertam o olhar, porque o olhar se materializa pelas fotografias, mas também pela escrita.&lt;br /&gt;Assim, este é o espaço do olhar, daquele que pousa displicentemente sobre uma pessoa, um lugar, uma circunstância, mas também daquele que guarda uma intenção e um questionamento. Porque cada olhar compreende pelo menos um minuto de silêncio sobre aquilo que foi visto, mas não foi dito.&lt;br /&gt;Espero que meus silêncios possam ser percebidos neste espaço.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1114556664793788376-4258701743855174032?l=nasentrelinhasdosilencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://nasentrelinhasdosilencio.blogspot.com/feeds/4258701743855174032/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://nasentrelinhasdosilencio.blogspot.com/2011/12/voltei.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1114556664793788376/posts/default/4258701743855174032'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1114556664793788376/posts/default/4258701743855174032'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://nasentrelinhasdosilencio.blogspot.com/2011/12/voltei.html' title='Voltei...'/><author><name>Débora Castro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17453454856978184269</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/-HqnqWCRx7Ho/TtltcS9lmjI/AAAAAAAABC0/1vTL_xBdr1Q/s220/Experi%25C3%25AAncias%2BChapelescas%2B018-B.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
